segunda-feira, 1 de agosto de 2011

FAGIOLATA ALLA BRASILITÀ

Um dos pratos mais ligados à cultura brasileira, a feijoada não foi apenas invenção dos escravos como durante muito tempo se pensou. Segundo o historiador Ivan Alves Filho, pesquisador associado da Unesco, ela é uma criação coletiva, antiga e anônima, fruto da evolução do feijão preto e do charque indígenas e arroz selvagem, fartos nas terras que vieram a formar o Brasil.
Os ingredientes indígenas, a mestria dos fumeiros de Portugal, doutores nos defumados paios, toucinhos e nas lingüiças e a criatividade africana de incorporar ao prato partes do porco como a orelha e o rabinho, que os europeus não consideravam nobres, mostram que a feijoada é resultado (bem sucedido) da união das três culturas que formam a base do País.
Em 1569, o viajante português Pero de Magalhães Gandavo já escrevia sobre o feijão preto, muito consumido pelos índios, mais uma prova que o mais brasileiro dos pratos é o retrato em preto-e-branco (ou em arroz e feijão) do País que o criou.
De acordo com o livro “Feijão Resumos Informativos”, de José Eustáquio Menezes, trazendo depoimentos do historiador Luís da Câmara Cascudo (um dos maiores pesquisadores da cultura brasileira) o qual relata uma conversa que teve com um certo Sr. José Marano Filho que experimentou o prato feijoada em 1897, no Rio de Janeiro, sendo o depoimento mais antigo documentado que se tem notícia.
Na época,o feijão preto era muito abundante no Brasil, tanto que em algumas regiões como no Triângulo Mineiro era servido até como ração animal.
Há relatos que os senhores de terras descendentes dos portugueses
(especialistas na arte do cozido e apreciadores de carne suína) acrescentavam ao feijão preto as partes menos nobres do porco e serviam-na aos escravos, tempos depois observaram que os negros ficaram mais fortes e saudáveis. Concluíram que era por causa do feijão preto (muito rico em ferro) e, a partir daí, a feijoada foi incorporada ao cardápio dos senhores de engenho e depois de todos os brasileiros e sendo o país de dimensões continentais com formação multiracial recebeu de acordo com a região características inovadoras, ousadas e até mesmo ortodoxas.
Feijoada não é só carne de porco e feijão preto.Há versões adaptadas por estrangeiros e outras inventadas por amantes da cozinha.
Criaram o OLUBAJÉ (significa reunião de família para comer em ioruba), prato preparado com lula, polvo, siri, caranguejo e camarão, acompanhado de pirão de mariscos, farofa de camarão, arroz verde e feijão branco.
Há a feijoada polonesa que é feita com feijão branco, cevadinha, batatas, carne de boi e lingüiça branca, sem acompanhamentos, recebendo o nome de TSHOLEN (fogo baixo) por causa de seu preparo onde a mistura típica passa a madrugada de sábado no fogo baixo, sem sequer ser mexida, em respeito ao “shabat” (dia santo para o judaísmo), quando não é permitido chegar perto do fogo.
Os naturalistas adaptaram a feijoada macrobiótica que é feita a base de feijão preto, legumes variados e frango.
No Pará é conhecida como MANIÇOBA e é curiosa, pois não tem o ingrediente… feijão!
O grão é substituído por folhas de mandioca que, antes de irem para a panela são colocadas cozidas durante três dias, para sair o veneno e depois moídas.
No Nordeste a curiosidade é que o feijão preto é substituído pelo roxinho e há a inovação de acrescentar vegetais como cenoura, abóbora e repolho que são acrescentados junto com as partes do porco .


Para uma boa feijoada é necessária a escolha de bons ingredientes, a retirada 
do excesso de gordura, a fervura à parte das carnes e a paciência em lidar com
isto por no mínimo 12 horas. E isto, minha amiga e associada da Brasilità Lurdes
tem de sobra. Em maio deste ano tivemos a oportunidade de nos reunir e 
saborear a deliciosa Feijoada ítalo-brasileira da Lurdes. Ítalo pois a bebida foi
o vinho tinto. Para um domingo frio é uma excelente combinação.

Alcune foto dell'evento di 14 maggio 2011:

Rose Capello Silva  e  Maurizio Calcopietro

 Marcel e Ana Paula D'Almeida

Sérgio Vaz, Marlene Ogliari, Fatima e Claudino Previati


Lurdes Presentato, Giancarlo Trevisan, Solange e Sonia Alberti 

Pedro, il più giovane invitato 

Apresentação e bingo divertido

Claudia Presentato recebe seu prêmio

Edevar Perin, um dos ganhadores



Os italianos adoram nossa feijoada e não dispensam a famosa caipirinha. 
Encontrei até uma receita de feijoada em italiano em um site na Itália, e
posto para vocês...... treinarem o idioma.






"FAGIOLATA

Ingredienti

1 zampetto di maiale,
200 gr. di carne magra di maiale
3 salsicce di maiale,
200 gr. di cotenna di maiale,
200 gr. di pancetta affumicata,
due carote (?),
2 cipolle,
1 costa di sedano,
2 spicchi d'aglio (?),
1 ciuffo di prezzemolo,
2 foglie di alloro,
mezzo cucchiaino di noce moscata,
olio, sale, pepe

Modo di preparare
Lasciate a bagno in acqua fredda i fagioli per 12 ore, e, per lo stesso periodo, in altro recipiente, lo zampetto, la cotenna, l'orecchio e la pancetta. Passato questo periodo, mettete tutta questa carne in una pentola con altra acqua e fatela lessare per 35-40 minuti. In un'altra pentola dai bordi alti fate bollire per 40 minuti i fagioli (?), poi aggiungete la carne di maiale che avete lessato, e dopo una decina di minuti anche la carne magra di maiale, le salsicce, l'alloro e il sale, fate cuocere per altri 30-35 minuti.Tritate la cipolla e l'aglio e fate rosolare in un tegame con l'olio, aggiungete il pepe, mescolate bene. Aggiungete il composto alla pentola dove avete cotto i fagioli e la carne e cuocete ancora per 15-20 minuti, poi unite il prezzemolo tritato e servite dopo aver tagliato la carne a pezzi (?)."

Molto strana questa riceta italiana, ma quella della nostra amica Lurdes è.... UN GRAN SEGRETO! 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

JARBAS AGNELLI - UNA FONTE D'ISPIRAZIONE


LA MÙSICA DIETRO ALL' IMMAGINE

Ao  contemplar a imagem feita pelo fotógrafo Paulo Pinto, Jarbas Agnelli teve um "insight" - iluminação, discernimento ou do alemão "Die Einsicht"- processo ou possibilidade de ver dentro de alguma coisa. Ele enxergou uma pauta musical nos pássaros descansando nos fios de energia, em uma pequena cidade gaúcha, e decidiu criar uma melodia. Músico e publicitário talentoso transformou uma imagem em sons que são pura poesia. È diventata un successo. A criação ganhou  o Prêmio TOP 25 no Youtube Play Guggenheim - a Biennal of Creative Video em New York, Bronze no Festival Corto Circuito Create em Barcelona.
Jarbas Agnelli  comanda a AD Studio em São Paulo.




        "... ma la spirazione è capricciosa, solo si fà vedere
          quando vuole. Allora, quando ti chiama, rispondi."
                              Jarbas Agnelli - Propaganda do Itaú Personalité


.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

ORIGINE DELLA LINGUA ITALIANA

O idioma italiano é cheio de variações linguísticas e emotivas.
Por isso é considerado, assim como o português, francês e
espanhol, melódico e atraente.



Il testo che oggi posto é un contributo dell'associato José
Alberti sull'origine della lingua italiana.

Até o Renascimento a "Europa era uma confusão de inúmeros dialetos derivados do latim que aos poucos, ao longo dos séculos, se transformaram em alguns idiomas distintos – francês, português, espanhol, italiano.


O que aconteceu na França, em Portugal e na Espanha foi uma evolução orgânica: o dialeto da cidade mais proeminente se tornou, aos poucos, a língua oficial da região toda.

Portanto, o que hoje chamamos de francês é na verdade uma versão do parisiense medieval. O português é na verdade o lisboeta. O espanhol é  essencialmente o madrilenho. Essas são vitórias capitalistas; a cidade mais forte acabou determinando o idioma do país inteiro.Na Itália foi diferente. Uma diferença importante foi que, durante muito tempo, a Itália sequer foi um país. Ela só se unificou bem tarde  (1861) e, até então, era uma península de cidades-Estado em guerra entre si, dominadas por orgulhosos príncipes locais ou por outras  potências européias. Partes da Itália pertenciam à França, partes à Espanha, partes à Igreja, e partes a quem quer que conseguisse  conquistar a fortaleza ou o palácio local.O povo italiano se mostrava alternativamente humilhado e conformado com toda essa dominação. A maioria não gostava muito de ser colonizada  por seus co-cidadãos europeus, mas sempre havia aquele bando apático que dizia:“Franza o Spagna,  purchè se magna” que, em dialeto,significa: “França ou Espanha, contanto que eu possa comer”.Toda essa divisão interna significa que a Itália nunca se unificou adequadamente, e o mesmo aconteceu com a língua italiana. Assim, não é  de espantar que, durante séculos, os italianos tenham escrito e falado dialetos locais incompreensíveis para quem era de outra região.Um cientista florentino mal conseguia se comunicar com um poeta siciliano ou com um comerciante veneziano (exceto em latim, que não  chegava a ser considerada a língua nacional).No século XVI, alguns intelectuais italianos se juntaram e decidiram que isso era um absurdo. A península italiana precisava de um idioma  italiano, pelo menos na forma escrita, que fosse comum a todos. Então esse grupo de intelectuais fez uma coisa inédita na história da  Europa; escolheu a dedo o mais bonito dos dialetos locais e o batizou de italiano.Para encontrar o dialeto mais bonito, eles precisaram recuar duzentos anos, até a Florença do século XIV. O que esse grupo decidiu que a  partir dali seria considerada a língua italiana correta foi a linguagem pessoal do grande poeta florentino Dante Alighieri.Ao publicar sua “Divina Comédia”, em 1321, descrevendo em detalhes uma jornada visionária pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, Dante havia  chocado o mundo letrado ao não escrever em latim. Considerava o latim um idioma corrupto, elitista, e achava que o seu uso na prosa  respeitável havia “prostituído a literatura”, transformando a narrativa universal em algo que só podia ser comprado com dinheiro,  por meio dos privilégios de uma educação aristocrática. Em vez disso, Dante foi buscar nas ruas o verdadeiro idioma florentino falado pelos  moradores da cidade (o que incluía ilustres contemporâneos seus, como Boccaccio e Petrarca), e usou esse idioma para contar sua história.Ele escreveu sua obra-prima no que chamava de dolce stil nuovo , o “doce estilo novo” do vernáculo, e moldou esse vernáculo ao mesmo  tempo que escrevia, atribuindo-lhe uma personalidade de uma forma tão pessoal quanto Shakespeare um dia faria com o inglês elizabetano.O fato de um grupo de intelectuais nacionalistas se reunir muito mais tarde e decidir que o italiano de Dante seria, a partir dali, a língua  oficial da Itália seria mais ou menos como se um grupo de acadêmicos de Oxford houvesse se reunido um dia no século XIX e decidido que – daquele ponto em diante – todo mundo na Inglaterra iria falar o puro idioma de Shakespeare. E a manobra realmente funcionou.O italiano que falamos hoje, portanto, não é o romano ou o veneziano (embora essas cidades fossem poderosas do ponto de vista militar e  comercial), e sequer é inteiramente florentino. O idioma é fundamentalmente dantesco.Nenhum outro idioma europeu tem uma linhagem tão artística. E, talvez, nenhum outro idioma jamais tenha sido tão perfeitamente ordenado para  expressar os sentimentos humanos quanto esse italiano florentino do século XIV, embelezado por um dos maiores poetas da civilização ocidental.Dante escreveu sua “Divina Comédia” em terza rima, terça rima, uma cadeia de versos em que cada rima se repete três vezes a cada cinco  linhas, o que dá a esse belo vernáculo florentino o que os estudiosos chamam de “ritmo em cascata” -  ritmo esse que sobrevive até hoje no  falar cadenciado e poético dos taxistas, açougueiros e funcionários públicos italianos.A última linha da “Divina Comédia”, em que Dante se depara com a visão de Deus em pessoa, é um sentimento que ainda pode ser facilmente  compreendido por qualquer um que conheça o chamado italiano moderno.Dante escreve que Deus não é apenas uma imagem ofuscante de luz gloriosa, mas que Ele é, acima de tudo, l’amor che move Il sole e  l’altre stelle...
 “O amor que move o sol e as outras estrelas...”

Texto de Elizabeth Gilbert.


As gírias são um capítulo à parte no estudo de uma 
língua e importantes pois representam a linguagem popular
e seu tempo na história de um idioma.   

Vi lascio qualche "SLANG"(gíria) degli italiani

Che palle - que chatice
Schiappa - ruim
Sfigato - azarado
Figo - legal, manero
Vabbé - tudo bem, ok
Bo - não sei
Cazzeggiare - divertir-se
Fare quattro passi - passear
Boccalone - fofoqueiro
Tappo - pessoa muito baixa
Fuori testa - desmiolado, maluco
Schifoso - nojento
Figurati - imagina
Volente o nolente - você gosta ou não
Roba da matti - louco

Para complementar o tema desta semana encontrei 
este vídeo do filme italiano La Palombella Rossa
com Nanni Moretti em magnífica atuação. 



segunda-feira, 27 de junho de 2011

CITTASLOW IN ITALIA

UN´INVITO A VIVERE CON CALMA E APPROFITTARE LA VITA SENZA
LO STRESS E LA FRENESIA. Apreciar cada segundo sem se distrair
continuamente dos empenhos quotidianos. Com este mote surgiu em Roma
o movimento Slow (os italianos adoram apropriar-se de termos ingleses).
Inicialmente, de um protesto encabeçado por Carlo Petrini contra a abertura
de um restaurante McDonald´s na Piazza di Spagna em 1986, surge o
"slow food" contra o"fast food" com a intenção de ressaltar a importância de
cozinhar, de comer com calma e a escolher alimentos saudáveis.


UNA VITA IN ARMONIA CON LA NATURA


DEVAGAR...       usando todos os sentidos.




Da Itália para o mundo foi um salto. Em pouco tempo o movimento ganhou
adeptos em vários países. O desacelerar ganhou nova dimensão, além da
alimentação, a valorização do caminhar, o consumo menor e preservação,
mais vivências artísticas e artesanais e menos foco nas conquistas acadêmicas.
Slow Life em resumo é isso:desacelerar para reconectar-se a si mesmo,
às pessoas e ao lugar que se vive.E nesse processo, de mais de uma década,
em 1999, a Itália compreendeu a importância e criou o CITTA SLOW.



Os objetivos das Cittaslow são: melhorar a qualidade de vida da população,
celebrar e dar suporte à cultura e às especialidades de uma cidade ou região.
Para participar as cidades não podem ultrapassar 50.000 habitantes.

Algumas cidades italianas que participam do slow movement:
Amalfi, Asolo, Bazzano, Brisighella, Castiglione del Lago, Chiavenna,
Città della Pieve, Francavilla al Mare, Greve in Chianti, Levanto, Montefalco,
Novellara, Orvieto, Positano, Penne, San Miniato, Stia, Scandiano, Trani,
Todi, Trevi, Zibello e tantas outras.


                                                             Asolo nella regione Veneto


                                                       
                                                              Todi nella regione Umbria




                         Amalfi nella regione Campania 


O movimento "SLOW" questiona a pressa e a loucura geradas 
pela globalização, pelo forte apelo ao "Ter" em contraposição à 
qualidade do "Ser".





sábado, 18 de junho de 2011

UNA GRANDE FESTA IN ITALIA

Há alguns dias atrás italianos da bota e nós cidadão italianos,
espalhados pelo mundo, votamos o Referendum. A associada
Sonia Carlini enviou um texto, que circula pela internet,
sobre este importante momento para o povo italiano.


  
"Aconteceu algo poderoso, único e raríssimo, as emoções genuínas que brotaram dos italianos cansados de desmandos e desonestidade quebraram o sistema de poder, requalificaram toda a comunicação de massa bem 
como a atuação controladora de todos os partidos. Sim, o mundo inteiro deveria se juntar na comemoração alegre daquele povo tão parecido com o brasileiro. Foi suado... de maneira vergonhosa, tentaram enganar de todas as maneiras os eleitores, informando as datas erradas pela TV, imprimindo cédulas eleitorais que induziam ao engano (precisava escolher o SIM para dizer que não, não se queria mais as centrais nucleares, por exemplo), com os ministros pedindo para as pessoas não saírem de casa (lá o voto não é obrigatório e é preciso atingir o quorum da metade mais um dos que têm direito a voto), com a imperiosa mídia silenciando ou desinformando acerca do grande evento. A cruzada para permitir a realização do plebiscito começou na Internet, e mais de um milhão de assinaturas foram conseguidas, garantindo assim a realização do pleito, tirando dos partidos políticos os louros pelo sucesso da iniciativa. Havia três maiores temas a votar: 1) O que fazer com a energia nuclear, 2) Permitir -ou não- a privatização da água e dos recursos hídricos, 3) Manter -ou não- a imunidade para os ministros e o chefe de Estado. Temas absolutamente atuais em qualquer parte do mundo civilizado.


O segundo Renascimento
Sim, aconteceu algo que eu já não esperava mais. Voltamos -de repente- a ter na Europa aquela Nação viva, empenhada, pujante, finalmente desperta. O povo italiano acabou de despertar de um sono profundo, reencontrou sua força na unidade e na participação, saiu de casa para cumprir seu dever cívico e desferiu uma derrota humilhante, quase brutal ao governo e ao seu primeiro ministro Silvio Berlusconi, o homem mais rico da Itália, que sequer foi votar, desprezando desta forma a manifestação mais importante na democracia verdadeira: a vontade suprema dos cidadãos, os quais, passando por cima de um parlamento inepto, afastado da realidade -com seus representantes em sua maioria comprados- garantiram a vitória do bom senso, da justiça, da sabedoria inata que habita em cada um de nós. 
Deu quorum, com folga para validar o resultado e 95% dos votos válidos acabaram de vez com o projeto de reativação das usinas nucleares, com o comércio monopolístico da água e com a imunidade do premiê, que deverá enfrentar sem demora os tribunais em um sem-número de processos de improbidade, de corrupção e até por instigar a prostituição juvenil, depois de 17 anos de vida política, muitos dos quais de poder quase absoluto. É a velha e surrada história da semente: plantou vento? Colherá tempestade. 
Mais um sinal peremptório... os cidadãos italianos demonstraram que de fato tudo dependia deles e colocaram em suas mãos o destino do País, reavivando e renovando a força da democracia." 



 E para comemorar esta vitória...

Uma receita de risoto italiano enviada pela associada Lurdes Presentato, que por sinal fez a deliciosa Feijoada do Brasilità em maio e da qual falarei num próximo post.



Risotto con zucchine e gamberi
Tempo: 1 ora
Calorie: 470 a testa
Occorrente per 4 persone

500g di gamberi
350g di riso
2 zucchine
2scalogni
brandy
vino bianco
una scorza di limone
un ciuffo di prezzemolo
sale e pepe

Lavate i gamberi e cuoceteli in un litro e mezzo di acqua bollente,
con un bicchiere di vino bianco e scorza di limone. Scolateli dopo
4 minuti, sgusciateli e rimettete i gusci nell'acqua, sul fuoco per
mezz'ora. Intanto lavate e mondate le zucchine, tagliate a rondelle
e cuocete anch'esse in acqua bolente salata per 3 minuti.Fate
appassire gli scalogni affettati al velo con 40g di burro,unitevi il
riso, tostatelo e spruzzatelo di vino bianco che dovrà sfumare.
Bagnate quindi con il brodo dei gusci di gamberi ben filtrato e
tiratelo a cottura per circa 18 minuti. Saltate i gamberi con una
padella con 20g di burro per 2 minuti, spruzzateli con mezzo
bicchierino di brandy e tenete a fiamma alta per qualche istante.
Salate. pepate e levate i gamberi. Mettete nel fondo di cottura le
zucchine per 1 minuto e quindi unite al risotto i gamberi,
le zucchine e il prezzemolo tritato.

Il vino ideale. Specie i bianchi. Stuzzica l'idea di un 
Vermentino del Finalese, oppure di una Favorita delle Langhe, 
vini nati in collina con una gradazione compresa tra gli 11,5
e i 12 gradi, dall'aroma floreale e dal sapor asciutto ed elegante.


Para descendentes de italianos que gostariam de visualizar seu
sobrenome em terras italianas, ROSEMARY CAPELLO SILVA,
associada da Brasilità, passou um link interessante: "L'Italia
dei Cognomi" que está na listagem de blogs. 

domingo, 12 de junho de 2011

ROMEO e GIULIETTA ... È PASSATO.

Hoje, 12 de junho, comemoramos no Brasil o "comercial"
Dia dos Namorados. São relações amorosas muito diferentes 
do romantismo trágico de Romeu e Julieta. No séc. XXI
"amar" é um verbo explicado nas mais diversas formas e
a tragicidade existe durante curto tempo e logo a praticidade
e o companheirismo permeiam o pensar dos enamorados.
O conceito do que é "amor" cambia velocemente. Temos
plena consciência que a seriedade do amor Shakespeariano
de R&J teria se transformado numa relação enfadonha com
o passar dos anos. Principalmente pela chegada dos filhos e 
o cansaço de Julieta.
Uma boa relação requer bom humor, a aceitação das próprias
esquisitices e as do companheiro. E o mais importante para
estar bem com o outro: "Namorar a si mesmo", e depois,
com alegria, namorar alguém.

Offro due video di un cantante di rap italiano che con
uno stile unico canta la libertà di pensieri e attitudini nei
rapporti dell´attualità.



E per quelli che piaciono le energie dello spettacolo...   




Romeo e Giulietta


  

quinta-feira, 9 de junho de 2011

L'ARTE NEI GIOIELLI

ROMPENDO PADRÕES, DELFINA DELETTREZ SE CONSAGRA COMO
GRANDE TALENTO DA JOALHERIA CONTEMPORÂNEA. Filha da designer
italiana Silvia Fendi e do joalheiro francês Bernard Delettrez, logo se interessou
pelo design de jóias criando peças inusitadas em formato de insetos e criaturas
macabras.Não demorou muito para chamar a atenção dos mais antenados no
mundo fashionista.Em 2007 lançou sua primeira coleção e logo virou sensação
com uma linha estilistica desvinculada de convenções e em 2009 com a coleção
Anatomik - verdadeiro ensaio em ouro e esmalte sobre a anatomia do corpo
humano - ganhou até exposição no Museu das Artes Decorativas, no Louvre.


DELFINA È NATA A ROMA E DA PICCOLA PASSAVA LE VACANZE
A RIO DE JANEIRO. Hoje, com somente 24 anos, a herdeira da Grife Fendi
trilha seu próprio caminho com jóias nada óbvias e muito charmosas.













      A foto acima mostra a jovem Delfina Delettrez em seu site oficial