quinta-feira, 29 de setembro de 2011

BATTISTI O TURISTI

     

              O namoro do Brasil com a Itália vive a fase pós-rompimento
              onde o mal-estar se instalou. Os momentos que se seguem
              são de infantilóides vinganças. A infantilidade é aceitável no
              universo dos pequeninos que não compreendem bem os
              mecanismos das relações humanas. No entanto,na fase adulta,
              torna-se a mais pura mediocridade.

Há alguns dias li o texto de Walter Petruzziello que  traz novos elementos ao imbróglio diplomático e devem, com certeza, azedar por mais algum tempo a relação amorosa entre os dois países. O que você pensa sobre isto Walter?

    Che ne dici Walter?
"Os turistas, e a população em geral, foram surpreendidos com mais uma decisão do governo brasileiro, (posso dizer na calada da noite?), desta vez contra os turistas italianos.  Por decisão do Ministério da Justiça,  turistas italianos (e só italianos) não podem permanecer no Brasil por mais de noventa dias  improrrogáveis. Anteriormente os turistas podiam permanecer no território brasileiro por noventa  dias prorrogáveis, com um simples pedido, por mais noventa dias.

A explicação, e a motivação, dada sobre  o assunto pelo governo brasileiro foi de que se trata de reciprocidade, ou seja a Itália também  não permite a permanência de turistas brasileiros por mais de noventa dias em seu território.
Esta  justificativa poderia ser aceita se a restrição fosse para todos os países da União Européia, mas não encontra guarida visto que a Itália faz parte da União Européia e a matéria é disciplinada pelo Tratado de Schengen, onde todos os países  são obrigados a adotar o mesmo procedimento. Explicando: se a Itália não permite a permanência de turistas por mais de noventa dias nenhum país da União Européia permite. De qualquer modo não é verdade que a Itália restringe a permanência de brasileiros por noventa dias e se isso fosse verdade bastaria ingressar por outro país da União Européia, já que não há controle terrestre dentro dela.
Antes de entrar no mérito da questão, gostaria de fazer uma observação para que o leitor possa entender meu ponto de vista. Você poderia estar se perguntando: mas noventa dias ao ano não são suficientes para se fazer turismo?
A resposta é muito simples: para se fazer turismo sim. O problema é que milhares de pessoas, dentre os quais aposentados, familiares de residentes e empresários, utilizam o visto de turista para poderem ficar no Brasil por cento e oitenta dias.  Vejam este exemplo concreto:  a mãe de um estrangeiro residente no Brasil passa os 180 dias de verão aqui, com seu filho e os outros 180 no verão europeu. Há algum mal nisso? Da mesma forma aposentados compraram propriedades em Camboriú, Rio de Janeiro e outros balneários para poderem curtir o verão e, provavelmente,  aproveitarem o que lhes resta de vida. Não podemos esquecer que o turismo é uma fonte de riqueza e o Brasil precisa desenvolver esta fonte, ainda mais com o Mundial 2014 e olimpíadas 2016.
Agora, entrando no mérito,  vou tentar encontrar uma razão para a decisão (ou retaliação?)  brasileira.  Podem argumentar o que quiserem, mas na minha modesta opinião  esta decisão é reflexo do “caso Battisti”.  A Itália vai recorrer a Corte de Haia contra a decisão brasileira e o governo brasileiro não aceita tal posição.
Não vou mais entrar no mérito do caso Battisti (já falei demais sobre o assunto)  mas, que me perdoe o governo brasileiro, preferir Battisti  em detrimento  dos turistas me parece mais uma daquelas decisões infantis que nada trazem de bom para nenhum dos lados. Parece-me briga de crianças onde um dos lados diz “não falo mais com você”.
Só pra encerrar, onde estão os Parlamentares brasileiros com “cidadania” italiana? Onde esta o Grupo Parlamentar Brasil-Italia?
Passaporte italiano não é só para entrar sem visto nos Estados Unidos e alguns parlamentares bem que poderiam reconhecer isso."

Walter Petruzziello é advogado, Conselheiro eleito do C.G.I.E. e do Comites PR/SC


Questo testo è originale della Rivista Insieme on line
http://www.insieme.com.br/portal/conteudo.php?sid=203&cid=2562

sábado, 24 de setembro de 2011

AGRICANTUS


                             

                               "Amare, non significa convertire
                                ma per prima cosa ascoltare,
                                scoprire questo uomo,
                                questa donna,
                                che appartengono a una civiltà
                                e ad una religione diversa
                                L'amore consiste non nel sentire
                                che si ama, ma nel voler amare;
                                quando si vuol amare, si ama;
                                quando si vuol amare sopra ogni cosa,
                                si ama sopra ogni cosa".
                                                                                                  Charles de Foucald 

Agricantus (dal latino: il canto del campo di grano) foi um grupo musical da Sicilia
de gênero Folk-ambiente classificado também como World Music. Surgiu na cidade de Palermo em 1979. Nas composições, de sons intensos e profundos,
que mexem com nossa ânima, são utilizados instrumentos eletrônicos e étnicos provenientes de várias partes do mundo. As letras também mesclam
a sonoridade de diferentes idiomas. Além do dialeto siciliano, que parece um pouco estranho para quem fala o italiano oficial, convivem amigavelmente o francês, o inglês, o árabe...
O Agricantus acabou em 2008 e seus componentes formaram novos grupos:
o Arenaria e  o Acquaviva.




A Sicilia, maior das ilhas do Mar Mediterrâneo e reconhecida como uma das regiões mais completas e fascinantes de toda a Itália, é o tema da Mostra Fotográfica "Sicília um amor" realizada por nossa associada, da Brasilità, Maria Francisca Guimarães, em Curitiba, durante o período de 30/09 a 30/10/2011.
                A abertura será no dia 30/09 às 19:00hs
                Visitação: das 9:30 às 18:30.
                Rua Saldanha Marinho, 459 - Centro
                Informações - (41) 33241360

sábado, 17 de setembro de 2011

LE FESTE ITALIANE




A cultura de festas italianas é vastíssima e eu não conseguiria mostrar aqui, neste pequeno espaço, a grande variedade de belas (algumas estranhas para nós), manifestações festivas da Itália. Posso dizer que as mais famosas são denominadas: Le Sagre, Il Carnevale, Il Palio, La Befana, Feste Religiose e Enogastronomiche. Estas festas são relacionadas aos produtos agrícolas, ao  carnaval de máscaras, festas de santos, Páscoa, Natal, corridas de cavalos com vestimentas medievais, vinhos e culinária italiana. A Península Itálica, em seus quase 3000 anos de história, definiu sua cultura, folclore e festas com elementos de uma riqueza ímpar, seja tanto em  aspectos artísticos quanto conceituais. A influência de culturas estrangeiras nas áreas do sul e as diferenças climáticas e geográficas da península transformaram
as danças, músicas, vestimentas e sabores em delicioso e comovente deleite visual, repleto de crenças, sentimentos de amor ao trabalho, à natureza e a existência humana.


                                           San Pietro e San Paolo - Agrigento




                                            Sagre delle Castagne - Viterbo




                                                       Festa di San Isidro




                                                    La Settimana Santa - Sicilia




Festa in Sicilia

Detalhes dos ornamentos

                                                
                                                        Folclore regionale




                                                 Palio d'Asti




                                                 Carnevale di Venezia





                                              Procissioni






                                                              Festa della Befana





Il culto di San Domenico - Offerta delle Serpi -  Abruzzo


Abruzzo - mais do que as outras regiões italianas, preservou sua herança extraordinária de tradições populares, quase sempre baseada nos costumes da antiga agricultura. Um dos eventos mais originais é a
''Festa dei Serpari"- o  Festival dos Caçadores de Serpentes - realizado todos os anos em Cocullo, com uma procissão que visita a estátua de San Domenico, totalmente coberta por cobras vivas capturadas durante o inverno por caçadores, ao qual o festival é dedicado. O movimento das cobras, durante os festejos, fazem
previsões do rendimento - positivo ou negativo - das futuras colheitas.



"Reunir a comunidade para celebrar é uma
forma de exercitar a arte da convivência"


"Reunire la comunità per celebrare è un
modo di perpetuare l'arte della convivenza"

Os ítalo-brasileiros mantém a herança cultural italiana trazida pelos imigrantes e adaptadas à cultura brasileira. Durante muitas décadas o que prevaleceu foram as manifestações típicas do séc. XIX, época da chegada dos imigrantes ao Brasil  como: as danças do folclore das regiões italianas, a música, gastronomia e as festas religiosas. Aos poucos, com a era tecnológica, modificações vem sendo feitas.

A Festa Italiana della Brasilità é uma festa nova. Estamos no segundo ano de realização, com o objetivo de preservar o antigo e dar espaço ao novo e, claro, valorizar as novas linguagens desta nossa cultura ítalo-brasileira.  




                  Nostri sinceri ringraziamenti alle persone che stanno
                                        lavorando in questo evento.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

BEI PAESAGGI

         
        Quando ci mettiamo in
            contatto con la natura
               la vita fluisce in pieno


Toda pessoa, ao menos em algum momento de
sua existência, silenciou em encantamento diante
da natureza, seja ela selvagem ou com a interferência
humana. Pode acontecer pela imponência de
montanhas, árvores, água, neve ou construções.
O que comove é sempre muito particular, não
permitindo comparações ou contradições.
Em alguns lugares me senti como uma peça de 
encaixe de um grande quebra-cabeça: no lugar
certo e complementando a paisagem.
Caminhando em minha memória lembro de alguns
lugares marcantes na paisagem italiana.



                                                 Val di Funes - Dolomitas


         Quanta imponência!!!




                                                Bassano del Grappa - Veneto





                            Passear de gôndola pelos pequenos canais
                            em Veneza ... faz viver em outra época.







        Aglomerado de casas coloridas em Manarelo - Cinque Terre 


                                    Maior impacto visual no final do dia



                                          A Toscana é sem comentários.



                                        E seus campos de Girássois emocionam.


                  Mas não dá para ficar triste no meio de tanto amarelo.





                                                Costa Amalfitana



                                            O entardecer em San Leo - Marche


                                           A paisagem em torno de San Leo.




A exuberância das cores na ilha de Burano, próximo à Veneza.

                                                 Simplicidade que é pura poesia.



Se você tem un ricordo speciale  de algum lugar da Itália e quiser
partilhar conosco envie um email para:  assoc.brasilita@gmail.com
Eu terei o maior prazer em postá-lo. 




Antes de dar um CIAO, un messaggio a tutti:


Convidamos todos para a 2ª Festa Italiana Brasilità
em Campo Largo no dia 01 de outubro de 2011.
Festa comemorativa aos 20 anos do grupo Folclórico Piccola Itália
Local: Ginásio da Rondinha (Polentão)
Programação:
19h Santa Missa em italiano
20h30 Jantar - buffet Cantina Sollare
- Apresentação do cantor Fabiano Cruzara e pianista Luciano Filizzola
-Grupo Folclórico Piccola Itália
- Grupo Garrafão


Ingressos:
à venda na Cantina Sollare e Empório Bella Vita em Campo Largo
ou entrar em contato com:
Edilson Stroparo (33921132)
Lucir Marchiori (99722154)
Dilço Cruzara  (969814690
Laura Piazzetta (88350096)


                                             Ciao!!!  Alla prossima.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

IL GRANA PADANO


Un formaggio senza vino è come un ballo senza orchestra

Na semana passada nos dedicamos aos vinhos italianos
e, como não poderia ser diferente, hoje parleremo di formaggio 

Que tal um dos queijos italianos mais conceituados no mundo todo,
o GRANA-PADANO?

Vejam o processo de fabricação e curiosidades sobre o 
Queijo Grana-Padano feito em Guaraciaba/SC.



                        
Na Itália o Grana Padano é produzido em Torino,
Asti, Bergamo, Milão,  Piacenza, Ferrara e Cremona.

Então alguém me perguntou: 
- E o Parmigiano Reggiano que parece igual ao Grana?

Apesar de serem parecidos, são tecnicamente feitos da mesma maneira,
no sabor a diferença é perceptivel. As vacas que fornecem o leite para o
Parmigiano se alimentam somente de grama e feno enquanto que as vacas
que fornecem leite para o Grana Padano comem  outros alimentos.
E o Parmigiano Reggiano só pode ser produzido na Emilia-Romagna.



DICA DE VINHOS PARA SABOREAR COM O GRANA PADANO

Vinhos brasileiros - TINTO MIOLO  * Vale dos Vinhedos *  cabernet sauvignon
                                   ESPUMANTE SALTON  * Vale dos Vinhedos  *  brut  

Vinhos italianos - TINTO CESARE BOSCAREL  * Veneto  *  merlot
                               PROSECCO  * Veneto * Itália  

E quando o vinho e o queijo se encontram com os “oriundi”,
- o que acontece???

                   A “cantoria”

Numa serata no Restaurante Castello Trevizzo em Santa Felicidade,
em 20 de março de 1992, reunida a comunidade italiana, foi
sorteado um livro que tivemos a sorte de cair em nossas mãos, 
“...E CANTAVAM”.
Trata-se de um livro sobre os cantos dos imigrantes italianos no
 Sul do Brasil.



Como Mario Gardelin conta na apresentação do livro, os imigrantes 
cantavam tropo, cantavam nos “filó” aos domingos, cantavam nos
casamentos, nos almoços festivos e também enquanto trabalhavam. 
Cantavam para festejar e cantavam para esquecer. Os vales 
muitas vezes ressoavam com ecos sonoros.  Cantavam em italiano, 
milanês e em todos os dialetos do Vêneto.
Iniciamos hoje com uma canção muito conhecida por todos,

 “Sul Mare Luccica”.


Eu não poderia deixar de colocar este video......



GRAZIE JOSÉ ALBERTI PER L'APPOGGIO IN QUESTO POST

terça-feira, 23 de agosto de 2011

VINI D'ITALIA


Un vino, una storia.
Il segreto di un fascino passato 
indenne attraverso milleni, 
che ha saputo crescere e svilupparsi.


Com razão os gregos na antigüidade denominavam a Itália Enotria (terra do vinho). Ela possui, como a França, um mar de vinhos e com ela vem se alternando, de tempos em tempos, na posição de maior produtor e consumidor mundial de vinhos. Ainda que o número de vinhos maravilhosos da Itália não seja tão numeroso como na França, a ótima qualidade de muitos de seus vinhos é inquestionável.
A Itália possui vinte regiões vinícolas e entre elas destacam-se: o Piemonte, região de bons espumantes e de vinhos robustos entre os quais se destaca o grande  Barolo, denominado o vinho dos reis e-ou o rei dos vinhos; a Toscanao Jardim da Itália, com o seu popular Chianti e os grandes Brunello de Montalcino, o Sassicaia  e o Tignanello, três colocados entre os melhores vinhos do mundo; o Veneto dos populares Valpolicella e Bardolino; a Umbria do famoso branco Orvieto; o Lazio, região do alegre Frascati e a Emilia-Romagna do popular Lambrusco (esses dois últimos são vinhos frisantes muito adequados para o clima brasileiro).


Vini di Denominazione di Origine Controlata (DOC)

Vinhos de Denominação de Origem Controlada Essa foi a primeira qualificação dos vinhos italianos de qualidade, criada em 1963. É atribuída aos vinhos provenientes de cerca de trezentas regiões vinícolas delimitadas que podem ser uma pequena área, uma província ou uma área geográfica ainda maior. A sua quantificação é complicada, pois algumas regiões, como Valle d’Aosta e Chianti, possuem diversos vinhos de distritos diferentes, mas são contadas como uma única DOC.
Apenas cerca de 15% dos vinhos italianos pertencem às DOCs e são elaborados com tipos específicos de uvas para cada região e por métodos específicos de vinificação. Cerca de 850 vinhos possuem a designação DOC e, junto com os DOCG, representam apenas cerca de 20% dos vinhos italianos. Em algumas DOC existem sub-classificações, tais como: Riserva ou Vecchio, para vinhos envelhecidos maior tempo em madeira; Superiore, para vinhos de maior teor alcoólico ou maior período de envelhecimento.

 Vini di Denominazione di Origine Controllata e Garantita (DOCG)
Vinhos de Denominação de Origem Controlada e Garantida - Classificação criada em 1982, abrange os melhores vinhos da Itália. É atribuída aos vinhos de quatorze regiões dellimitadas (DOC): Barbaresco, Barolo, Gattinara e Asti, no Piemonte; Franciacorta, na Lombardia; Albana di Romagna, na Emilia-Romagna; Brunello de Montalcino, Carmigiano, Chianti, Vino Nobile di Montepulciano e Vernaccia di San Gimignano, na Toscana; Montefalco Sagrantino e Torgiano Rossso Riserva, na Umbria;Taurasi (na Campania)


 Os "Fora da Lei"
Alguns vinhos italianos considerados entre os melhores do país e do mundo,  classificam-se apenas como Vino da Tavola, por não se enquadrarem nas normas das DOC e DOCG (tipos de uva, métodos de vinificação, etc.) e, por isso, são apelidados de "os fora da lei". Entre eles destacam-se: Cabreo, Cepparello, Campofiorin, Darmagi, Flaccianello della Pieve, Gaja & Rey, I Grifi, Il Sodaccio di Monte Vertine, L’Aparitta, Le Pergole Torte, Ornellaia, Opera Prima, Sammarco, Solaia, Terre Alte, Tignanello, Toar, Torcolato, Venegazzu e Villa Pattono.



CARACTERÍSTICAS DOS VINHOS ITALIANOS


- O Barolo é um vinho que, modestamente os italianos chamam de "o vinho dos Reis" ou " Rei dos vinhos. Obra prima do Piemonte, oriundo da uva Nebbiolo, fica excepcionalmente à partir do 15º ano. Seco, tinto e bem escuro, com álcool à 12°C, é o acompanhamento perfeito para caças e as carnes.


- O Barbaresco, outra jóia do Piemonte, vizinho do Barolo, provém da Nebbiolo, só que deve ser bebido jovem a partir do 3º ano. Sua gastronomia recomenda as pastas com molhos e comidas condimentadas.


- O Valpolicella é um tinto do Vêneto, ligeiro delicado aroma de nozes. O clássico é o mais apreciado. Da mesma região é elaborado o Reciotto Della Valpolicella Amarone, um dos grandes vinhos da Itália.


- O Bardolino é um vinho tinto pálido, deve ser bebido jovem, provém de uvas regionais como o Corvina, a Molinara, a Negrara e a Rondinela. Deve ser servido fresco, por volta dos 16°C.


- O Verdicchino é produzido de 80% de uvas do mesmo nome e cortes Trebbiano e Malvasia. Vinho jovem e fresco, deve ser cosumido logo. Acompanha antepasto, massas leves e peixes;


- O Frescati é o vinho oriúndo de Malvasia, Candia e Trebbiano. Vinho seco com aroma pessoal e cor palha brilhante.


- O Gavi é um branco seco, semelhante aos Borgonhas. Oriúndo da uva Cortese, acompanha os frutos do mar.


- O Prosecco é um vinho espumante, originário da uva do mesmo nome, produzido próximo à Veneza (Valdobbiadene e Conegliano).


- O Lambrusco é um vinho jovem, frisante, leve. É completo como aperitivo.




Na semana passada o assunto foi  la birra della famiglia Zanin de Campo Largo, e nesta vamos conhecer um pouco sobre  i vini della famiglia Zonin da Toscana.





VINHO PREMIADO

Pela primeira vez o principal vinho da região dos Castelli Romani, um Frascati, foi premiado
pelo famoso Guia Gambero Rosso com "Tre Bicchieri". O prêmio do Guia de 2011 foi para 
o vinho Frascati Superiore Epos 2009 do produtor Poggio Le Volpi.
O Frascati Superiore Epos é feito com 50% de uvas Malvasia di Candia, 40% de Malvasia

del Lazio e 10% de Trebbiano. Todas as uvas utilizadas são de colheita tardia. 
O vinho resultante tem cor amarelo-palha com reflexos verdes, aroma intenso e complexo

com notas de amêndoas. O sabor é fresco e bastante equilibrado.



E eu como uma curiosa artista plástica pesquisei sobre os
artistas do vinho na Itália e encontrei bonitas pinturas no Museo 
Enologico di Arte Contemporanea di Torrecuso, 
na região da Campania.










































Os artistas italianos das obras acima são: Salvatore Ciaurro,
Rosario Mazzella, Vincenzo Murano.